Avalie UMA tarefa como candidata à automação com base em três critérios e dê um veredicto. Retornar JSON {"task":"...","frequency":"...","is_rule_based":"...","verdict":"...","reason":"..."}. frequency - quantas vezes se repete; is_rule_based — existe uma regra clara (sim/não e por quê); verdict — um dos seguintes: 'automatizar', 'parcialmente', 'não automatizar'; reason — justificativa para o veredicto.
Nem todas as tarefas são adequadas para automação. Um bom candidato atende a três critérios: é repetitivo (regularmente, não uma vez por ano), tem regras claras (você pode verbalizar quando fazer o quê) e a entrada é previsível (os dados chegam de forma semelhante). A mecânica de seleção é como uma peneira: você passa a tarefa por meio dessas três perguntas, e se pelo menos uma for um “não” firme, a tarefa ainda não está para a esteira. Alavancagem: Faça uma lista do que você faz com as mãos em uma semana e, ao lado de cada item, anote a frequência e 'existe uma regra rígida e rápida'. Insider: os candidatos mais deliciosos não são os mais longos, mas sim os mais frequentes e chatos, onde você copia e cola no piloto automático. Segundo truque: se uma tarefa é quase adequada, mas requer uma solução “a olho nu” - não jogue fora, mas leve a parte controversa para uma pessoa e dê o resto para a máquina. Um erro típico de iniciante: saltar para um problema complexo e brilhante (“deixe a IA falar”) onde não existem regras estáveis. O resultado é um script frágil que falha em todos os casos fora do padrão e requer babá constante.
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