Colete um briefing para analisar concorrentes ou tópicos de trabalho. Retornar JSON {"question":"...","targets":"...","dimensions":"...","output_format":"..."}. question - o que e por que analisamos; targets - objetos específicos de análise (concorrentes, produtos, abordagens); dimensions - 4-6 dimensões de comparação de acordo com os mesmos padrões (preço, sortimento, atendimento, pontos fortes/fracos); output_format - formulário de resultados da reunião: é necessária uma tabela (ou conclusões estruturadas) e uma seção “o que devemos fazer a partir disso” com 2-3 ações.
Mecânica: a análise de concorrentes sem estrutura produz notas dispersas que não serão reunidas em uma imagem na reunião. O valor de uma análise funcional está na comparabilidade: todos os objetos são analisados pelas mesmas medições, para que você possa ver quem é forte e onde. Alavancas. Objetos concretos: nomeie-os, caso contrário o modelo assumirá objetos abstratos. Dimensões unificadas: 4-6 eixos aplicados a todos. Confie em fatos: peça indicadores observáveis (preços, horário de funcionamento, avaliações), não em suposições. Truque interno: adicione a dimensão “como o cliente consegue / como ele ganha” – não um parâmetro árido, mas uma hipótese sobre o motivo do sucesso. É para isso que a análise é feita, mas os iniciantes esquecem de perguntar. Segunda técnica: termine com a conclusão “o que devemos fazer a partir disso” - 2-3 ações específicas. Um debriefing sem um “e agora” numa reunião é inútil; faça o modelo apresentar recomendações. Um erro típico: coletar fatos e não tirar conclusões. Dados sem interpretação são trabalho de casa, não pesquisa. Sempre exija “é por isso que deveríamos”.
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