Use o modelo de pensamento como crítico. Return JSON {"argument":"a essência do argumento que está sendo testado em suas próprias palavras","find_flaw_prompt":"uma consulta que forçará o modelo a procurar um erro lógico","expected_flaw":"que erro você suspeita e por quê"}
O modelo de raciocínio (“pensamento”) é um excelente “crítico” se usado corretamente. Peça para procurar suposições ocultas, substituições lógicas e teste o argumento com um exemplo. Uma armadilha clássica é confundir conexão e causa (correlação e causalidade). Exemplo: no verão, tanto as vendas de sorvetes quanto o número de acidentes na água aumentam simultaneamente. Mas o sorvete não afoga ninguém – ambos os valores são puxados para cima por um terceiro motivo, o calor. Portanto, quando você vir “A e B crescendo juntos”, pergunte sempre: A é realmente a razão de B, ou ambos são atraídos por algo terceiro? Outras armadilhas são generalizar a partir de um caso e argumentar com uma tese substituta. Primeira técnica: peça para apresentar um contra-exemplo ou uma explicação alternativa para os mesmos fatos. É fácil de encontrar - o terminal não é revestido de ferro. A segunda técnica não é óbvia: peça ao modelo para separar “fatos” de “conclusões” no argumento. O erro quase sempre reside na transição entre eles: os fatos são verdadeiros, mas deles não decorre a conclusão. Um erro típico de novato é discutir emocionalmente (“absurdo, não concordo”). É mais correto nomear o tipo de erro e mostrar exatamente onde a lógica saltou da observação para a conclusão incorreta. Desta forma, a crítica torna-se verificável e não uma questão de gosto.
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